História da Criolipólise

Os primeiros estudos sobre a criolipólise ocorreram em HARVARD no ano de 2008, eles surgiram após observação de alguns eventos raros analisados remotamente denominado panicilíte do picolé e paniculíte equestre.

A paniculíte do picolé era caracterizada pela redução do volume dos lábios de crianças que entravam em contato frequentemente com picolé e alimentos gelados. Já na paniculíte equestre observavam a diminuição da camada de gordura da região de dentro das coxas de mulheres que praticavam equitação com calças justas em climas gelados.

Tais fenômenos revelaram indícios de que a gordura era mais sensível ao efeito do frio do que a própria pele. Desta maneira, iniciou-se estudos aprofundados sobre o fenômeno.

Esses primeiros estudos, foram realizados em varias regiões de porcos. Essas regiões foram submetidas a temperaturas de 20 a -7oC e após o exposição constatou-se redução de até 50% do panículo adiposo após 6 meses da aplicação.

A paniculíte equestre e do picolé ganhou então outro nome sendo chamada a partir de então de paniculíte adipocitária.

Em 2009 foram realizados os primeiros estudos em humanos (realizado por Sydney R. Coleman, Barbara M. Egbert, Kulveen Sachdeva, Jessica Preciado e John Allison) onde se contatou redução média de 25% da gordura da região congelada sem alterações nos níveis séricos.

Em 2010, o uso da criolipólise foi liberado para uso da população em geral e desta maneira a técnica difundiu-se chegando em 2012 ao Brasil através do III Simpósio de cosmiatria, laser e outras tecnologias.